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PROFESSORA ESPANCA ALUNO CEGO, DE SEIS ANOS, E CONTINUA SANTA.

O aluno de seis anos, cego, apanhou de sua professora na saída da escola, hora em que pegava a perua. O motorista da perua, os colegas e algumas mães viram a agressão e se indignaram.

A escola é estadual e fica no Grajaú, periferia de São Paulo.
Pior que o comportamento da professora é o da imprensa que minimizam o fato e relatam que ocorreu “supostamente” que a professora “teria agredido” que ela é “suspeita”
Ora, com tantas testemunhas não é suspeita mais, se fosse um aluno revidando a uma agressão ele já estaria preso. Recolhido na cadeia e a RedeRecord pedindo repetidas vêzes o rebaixamento da idade penal. Outros pediriam que o aluno fosse torturado na cadeia pelo crime feroz de agredir uma santa. Que professora é santa e aluno é demônio em quase todas as expressões da grande imprensa.
Pior ainda é o Jornal Folha.com, divulgar os comentários de professoras : segundo elas o aluno deve apanhar sim, ora…só porque é cego e tem seis anos ? Tem tanto absurdo das defensoras da professora que se você tiver o estômago fraco, não leia.
Tem alguns que dizem que no seu tempo a professora batia sempre na cara dele e se ele reclamasse em casa, apanhava mais. Que se a professora bateu na sua cara é porque ele merecia uma surra.
A Folha dá a matéria e depois divulga a opinião das professoras e tem o cuidade de dizer que não representa a opinião do jornal. Se divulga toda incitação de violência contra alunos e justificativa para quaisquer crimes que professora comete, é sim opinião do jornal…O jornal que permite isso, está de acordo sim.
Estamos perdidos….

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Fraudes no Idesp e silêncio ensurdecedor da TV Globo e do Fantástico.


É curioso notar que a TV Globo e o seus programas jornalísticos não estejam preocupados em divulgar os resultados das escolinhas públicas estaduais de SP no Saresp-2011 (custou R$ 42.303.000,00) e o IDESP-2011, que vai distribuir R$ 538,5 milhões em bônus a funcionários, professores e direção das escolas que melhoraram o desempenho em relação ao ano de 2010…
Por que será que o telejornal SPTV não mandou seu jornalista fanfarrão entrevistar a diretora Vicentina de Jesus, da escolinha “1º de Abril” Reverendo Augusto da Silva Dourado (Sorocaba-SP)? Nesta escolinha aconteceu um “milagre”: todos os 27 alunos do 5º ano do ensino fundamental tiraram nota 10 na prova de matemática!!! E a escolinha ficou em primeiro lugar entre todas as escolas públicas estaduais do rico Estado de São Paulo!!!
O portal IG publicou, já no dia 2 de abril, que a escolinha fraudou as notas dos alunos: Pais e estudantes acusam escola mais bem avaliada de SP de fraude;
Nos anos anteriores a TV Globo e o programa Fantástico promoveram “reality show” em alguma escolinha pública.
Em 2010 a TV Globo e o programa Fantástico mostraram uma escola onde a professorinha-santa xingava seus alunos de “praguinhas”… veja o vídeo aqui.
Em 2011 a TV Globo e o programa Fantástico mostraram uma professorinha-linha-dura que deu nota-zero para 2 alunos que foram pegos “colando” na prova… a diretora da escolinha disse que isso era crime… veja o vídeo aqui.
Sendo assim, por que a poderosa TV Globo e os seus programas jornalísticos não estão divulgando as fraudes denunciadas na escolinha “1º de Abril” Reverendo Augusto da Silva Dourado (Sorocaba-SP)? Quem é que a TV Globo está protegendo? As professorinhas? A diretora? O secretário de Educação de SP? Ou o governador Geraldo Alckmin?
Ou será que a poderosa TV Globo acredita em milagres? A escolinha “1º de Abril” Reverendo Augusto da Silva Dourado (Sorocaba-SP) foi da nota 2,13 (2009) para nota 10 (2011) em matemática!!! Se não houve fraudes, a diretora da escola deve ser matéria de um especial do Globo Repórter e ter o seu nome indicado para o Prêmio Nobel de Matemática…

São Paulo, 09 de abril de 2011.
Mauro Alves da Silva
http://movimentocoep.ning.com/

***
Secretaria de Educação de SP informa:
Notas da escola estadual EE Reverendo Augusto da Silva Dourado (Sorocaba-SP)
– 27 alunos tiraram nota 10 em matemática em 2011;
– A média em Língua Portuguesa foi 9,13 em 2011;
– Saresp 2007: nota 2,69 em matemática;
– Saresp 2008: nota 2,38 em matemática;
– Saresp 2009: nota 2,13 em matemática;
– Saresp 2010: nota 6,94 em matemática;
– Saresp 2011: nota 10,00 em matemática;

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ESCOLA ESTADUAL NOTA ZERO SE PREOCUPA COM A COR DO SUTIÃ DAS ALUNAS.

Escolinha nota-zero está preocupada com o sutiã da meninas...
Não é a primeira vez que Escola Estadual de São Paulo, impede alunas de entrarem por causa do uniforme. Uma violação clara das leis que nunca são punidas. O caso aconteceu na EE Dr.Alarico Silveira,no centro de S.Paulo…
O que falta nas escolas públicas são as regras claras. O que não pode para aluno, pode para professor, muitas vezes. Inclusive o respeito tão cobrado pelas professoras que nem sempre respeitam os alunos.
Elaboram Regimentos Internos, fora da lei, imorais, antiquados e rigorosos para aluno… mas se comportando com o se professor fosse uma espécie de santo que nunca erra.
Claro que a vestimenta é importante. Claro que é função da Escola determinar que algumas vestimentas não são compatíveis com o local. Só que cansei de ver professor de boné e camiseta surrada e suada, sujo e com aspecto descuidado. Muita professora de calça excessivamente justa que reclama e acha um crime aluno dizer que ela é “gostosona”.
Que escola tem que estabelecer limites para todos, sim, para todos. O bom exemplo é fundamental.
Exigir que alunas usem camiseta de comprimento que cubram os quadrís, encobrindo assim a parte da barriga que as calças baixas deixam a mostra é natural. A partir daí escolas obrigam o uso de uniforme, e determinam as cores e os modelos. Algumas até vendem na escola, coisa que é proibido e Inconstitucional.
A Escola Estadual Alarico da Silveira chegou ao cúmulo de colocar professoras e a diretora na porta selecionando qual aluna estava ou não vestidas decentemente.
Esse zelo a gente não vê na direção . Essas professoras e a diretora vão de sala em sala verificar se os colegas estão trabalhando ou dando as famigeradas cópias, por exemplo ?
O Jornal Folha de São Paulo divulga, e a Secretaria de Educação promete averiguar…
Ah..tá.
Vamos esperar sentados…

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Politicagem do deputado Carlos Giannazi na escola Alberto Torres.


Politicagem do deputado Carlos Giannazi na EE Alberto Torres.
Assembleia Popular – 03-12-2011.

Escola pública
Cremilda Estella Teixeira, secretária executiva da Subcomissão de Educação da OAB/SP, voltou a tratar de questões referentes à escola pública de São Paulo.

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OS PROFESSORES DA E.E. ALBERTO TORRES, ENGANARAM A FOLHA DE SÃO PAULO, O FÁBIO TAKAHASHI E O POVO

Mais uma escolinha de 1,99


O Jornal Folha de São Paulo denunciou o iminente fechamento da Escola Alberto Torres, no Butantã. Foi uma escola famosa. Muita gente se lembra da escola onde avós e netos estudaram.
A região continua com a mesma demanda, mas os alunos sumiram.
O então secretário entendeu que a culpa era da Dirigente Regional de ensino da Centro Oeste de São Paulo (DECO), Walkyiria Cattani Ivanaskas. Ela foi demitida. Walkyiria Cattani Ivanaskas era uma das poucas dirigentes que atendia os nossos pedidos quando uma injustiça e um abuso ocorria nas escolas da DECO. Sem apoio da SEE, ela fazia o que podia para atender e “se virava nos trinta” para resolver, tentando sensibilizar as diretoras… Walkyiria sabia mais do que ninguém que as tais investigações preliminares são uma farsa. Reconhecíamos a dificuldade dela em nos atender “sem pegar pesado com as professoras”, verdadeiras “donas da escola”… Precisava ser de circo…
Bem, esse desamparo das boas Dirigentes de Ensino e das boas Diretoras de Escola é assunto para ser tratado separado. Boa dirigente, boa diretora, bons professores, estão órfãos assim como os pais e alunos, nessa absurda inversão que se deram nos valores da escola pública.

Claro que, no caso da Escola Estadual Alberto Torres, a escola se esvaziou graças aos abusos continuados da direção juntamente com os professores, salvo as honrosas e raríssimas excessões.
Como esse lado perverso das escolas nunca é visto, ficou mais fácil demitir a dirigente e deixar os maus professores na escola. Não mudou nada em relação a eles; e a escola não melhorou e nem recuperou seus alunos expulsos pelo arbítrio e a desordem…
A escola EE Alberto Torres ficou um periodo sem diretor certo… Mas, certamente, os professores que contribuíram para o esvaziamento da escola continuaram lá. Quanto menos alunos e menos aula tiver, melhor para os maus professores, que sempre têm seus pontos garantidos.
Queria que o Jornal Folha de São Paulo e especialmente o jornalista Fábio Takahashi dessem uma olhadinha na escola.
Essa escola EE Alberto Torres não é uma escola boa e nem razoável; e não chamaram os alunos expulsos de volta.
A escola EE Alberto Torres está cheia de projetos, projeto disso e daquilo, que são rios de dinheiro… Mas, aula que é bom, neca. Tem capoeira e outras cositas más, mas aula… ah… isso não tem.
Rechearam o bolo podre com chantilly importado e colorido.
Projeto em escola, sim. Mas para completar as aulas. Sem aula não tem projeto que dê jeito.
Lembra o refrão que os professores da E.E. Alberto Torres, devem estar cantando . O refrão que a criançada cantava no século passado, na minha época
ENGANAMOS UM BOOOOBO COM A CASCA DE UM OVOOOOO.
Nesse caso, os bobos: o jornal A Folha de São Paulo, o jornalista Fábio Takahashi, o trouxa do contribuinte e o povo do Butantã.

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JUSTIÇA QUE TARDA É JUSTIÇA QUE FALHA.

O professor jogou um aluno do ensino fundamental no latão do lixo, provocando com isso a zombaria dos outros alunos. Aconteceu na cidade de Ribeirão Preto. Mas um caso igual aconteceu em São Paulo, na Emef Theodomiro Dias, na vila Sonia (Butantã, zona oeste da capital de SP); e até hoje ninguém foi punido.
Chamavam o aluno de fracassado e o jogavam no latão do lixo, onde punham a tampa sob risos e vaias do resto da escola… esse fato acontecia no páteo da escola.
A prefeitura de Ribeirão Preto foi condenada a pagar uma indenização por danos morais ao aluno… uma indenização de R$ 7.500,00. Míseros sete mil e quinhentos reais… a escola era municipal. “O menino foi colocado dentro de um latão de lixo pelo professor de História Donizete Aparecido Barbosa na escola municipal Derci Célia Seixas Ferrari, na periferia da cidade”. Leia aqui.
Já está errado pela indenização tão ínfima, diante da gravidade do fato: um professor provoca bullying… um professor que maltrata e humilha o aluno… e a indenização não paga um dano que custará anos a fio de tratamento psicológico, se fosse o caso. Tem dano irreversível imensurável… e uma indenização com um valor tão baixo acaba por incentivar o crime…
O pior não fica ai. O caso aconteceu no ano de 2.000… e somente depois de 11 anos é que sai a sentença.
O aluno já está adulto… e se a violência provocou danos nele, não tem mesmo como recuperar.
Quando um aluno é acusado de maltratar e agredir professor, coisa rara, uma vez que professor de escola pública é o único profissional que tem policia militar e guarda municipal para fazer a sua segurança… A Ronda Escolar atende a escola em questão de segundos, quando a escola chama.
O aluno acusado vai direto para o Juiz da Vara de Infância e Juventude, criada especialmente para cuidar de caso de menores… No mesmo dia recebe a pena. Pode ser até privação de liberdade, uma vez que a Fundação Casa (ex-febem) é considerada uma Unidade Educacional (?) e não uma cadeia. O aluno não tem as mesmas regalias de adulto: responder processo em liberdade, pagamento de fiança e habeas corpus etc. Afinal, o juiz o está mandando o aluno para uma Escola (sic).
É essa diferença da “justiça” que faz injustiças constantes contra aluno de escola pública.
Um país onde se prendem os jovens e não se educam as crianças é um país onde temos chuva de leis e seca de justiça.
Quando é o caso de punir professor, o processo se arrasta tão vagarosamente e, quando acontece de sair a punição – coisa rara, demora tanto que é uma justiça que tarda.
JUSTIÇA QUE TARDA É JUSTIÇA QUE FALHA.

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FILHO FEIO NÃO TEM PAI. E, COMO A SEE DE SÃO PAULO ESTÁ FEIA NO PEDAÇO…

EE Mirna Loide é nota 1,37 no IDESP 2010.

Hoje não teria nada de novo nos jornais. A imprensa demonizando o aluno da E.E. Mirna Loide Correia Ferle (nota 1,37 no IDESP 2010), escola em Mau-a-SP, que levou arma para a escola; e declarou que era para se defender…
Numa escola brutal, hostil e cruel, a arma de fogo pareceu, ao aluno, o único jeito de se defender.
Se o cidadão recorre à justiça de suas próprias mãos é sinal de falência, descrença na justiça.
O aluno está errado em levar arma para escola. Mas, no vies dele, está certo que escola é situaçáo de risco, mesmo.

Já, a segunda notícia, seria engraçada se não fosse tão trágica.
Informando e questionando a evasão escolar, a Folha de São Paulo se refere a Pasta e a Secretaria de Educação.
O atual e sempre Secretário de Educação, Dr. Fernando Padula, está de férias… Mas o secretário que estaria no lugar dele, e que ofialmente responde pela pasta, não foi citado.
Evasão tem a ver com a expulsão e a transferencia criminosa de alunos… transferência sem o consentimento dos pais e transferidos para longe de suas casas, muitas das vezes.
Entao, o assunto tem a ver com os cinco que assinaram a Cartilha dos Corvos.
Agora não aparece ninguém para responder sobre a evsão escolar… não tem “secretaria nem secretário da educação”… e o assunto agora é da “PASTA”… assim mesmo… impessoal.
FILHO FEIO NÃO TEM PAI…

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