ESCOLA PÚBLICA QUE NUNCA FOI RISONHA E FRANCA, APENAS DELIRIO DE UM POETA.

ESCOLA PÚBLICA NUNCA FOI RISONHA E FRANCA.
Nos anos 40/50 o poeta português fala dessa escola que era do tempo onde se aplicava a palmatória e outros castigos piores. Só que estava inserido no contexto da época.
De lá para cá não mudou nada. Crianças quando não apanham, são submetidos a regime de terror e pressão psicológica.
Tudo mudou no mundo, a escola não muda. Um abismo entre o conhecimento as novas leis e até o conceito de Educação mudou A Escola Pùblica não muda.
pouco que mudou foi para pior.
A Escola é um barril de pólvora, onde alunos voltam cheios de ódio para metralhar todos que encontram pela frente.
As Direções das Escolas não tem autonomia, e não tem como cobrar das Professoras. Tudo que a Direção faça para cobrar das Professoras pode ser revertido em um Processo por Assédio Nomes modernos para velhos Problemas.
A Escola está sem Direção, sem rumo, sem norte.
Se nunca foi Risonha e Franca, agora é escura, hostil. O Educador não tem espaço para fazer um bom trabalho. O clima de insegurança e desconfiança é venal.
Triste, amedrontada, sem luz A Escola Pública doente,
agora chora.
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