UM FANTASMA ATIRA UM APAGADOR NA CABEÇA DE ALUNO QUE MORRE DE OVERDOSE?

images (44)FANTASMA ATINGE A CABEÇA DE ALUNO DENTRO DA SALA DE AULA, E O ALUNO MORRE DE OVERDOSE ???
Aconteceu na cidade de Ibitinga, interior de São Paulo, onde a violência contra aluno é ainda maior que na cidade de São Paulo.
A professora não estava na sala de aula, coisa comum em escola pública. Lugar para se esconder de professor é na sala de aula.
A tentativa de blindar e proteger a professora leva a crer que ela pode ser esposa de um grande figurão da cidade de Ibitinga…no interior as esposas de figurão e autoridades são professoras de escola pública na sua maioria.
Sendo então, o aluno foi atingido na cabeça por um apagador, “atirado por um outro aluno que não foi identificado?”, chega em casa, começa a vomitar o socorro demora e ele morre.
Agora a policia vai investigar se o aluno morreu de overdose.
A escola pública está na UTI faz tempo, vitima de overdose de injustiça. A Escola Pùblica tem overdose de proteção aos maus professores, e está morrendo…Overdose de descaso com pais e alunos é a droga pior que se alastra nas escolas públicas.AS florES é uma homenagem aos alunos que a escola ou a omissão dela mata.

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2 Comentários

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2 Respostas para “UM FANTASMA ATIRA UM APAGADOR NA CABEÇA DE ALUNO QUE MORRE DE OVERDOSE?

  1. Otto

    Caso mal contado, hein? O carinha que atirou o apagador devia ser um atleta, arrebentou os neurônios e conexões do menino… Então não rola droga nas escolas? Não circula maconha, lança perfume, bebidas alcoólicas disfarçadas em garrafas de refrigerante e outros aditivos, principalmente no ensino médio (e não só no horário noturno)? Não existem relatos de alunos que entram noiados ou mesmo embriagados… Ninguém sente cheiro da erva no fundo da sala de aula…Tudo intriga da oposição.

    • Sim Otto, tudo que você relata é verdade. Uma escola onde os maus exemplos são a regra geral. Se dizem que a drogadicção atinge professores fora da escola…dentro também nada mais comum.Só que nesse caso especifico, a família teve por ordem da justiça que autorizar também um exame toxicológico no garoto e ele não tinha nenhum sinal. Fizerem dois tipos de exame um deles determinaria não só no dia da morte mais seis meses antes. A mãe andou em todos os órgãos da imprensa levando copia do laudo onde estava provado que o aluno não era nem usurário de droga. Você viu em algum lugar ??? O Ig. apenas tirou a matéria, mas não basta, teria que fotografar o laudo ….só o que a mãe pedia…