A DITADURA NOSSA DE TODOS OS DIAS.

1969287_745327948839157_1686738384_n Sai a noticia que gente do povo, vai num Hospital Público de São Vicente, São Paulo e leva material de limpeza de casa e faz a faxina.
Não sei qual a novidade.Começou na Escola Pùblica de São Paulo. Os pais tem que ensinar em casa o que a escola não ensina na sala de aula. Os alunos das escolas “fortes” levam para casa uma montanha de lição de casa e trabalhos escolares, que a escola não ensinou. Quando os pais podem ensinam e o que não dá o aluno pesquisa pede ajuda para os amigos, frequenta cursinhos parelelos e enfim : se vira nos trinta e a escola só aplica provas dificílimas e reprova em massa.Claro que nesse padrão muitas escolas foram fechadas em São Paulo. São mais de 500 escolas fechadas, salas e turnos inteiros também. Principalmente os cursos noturnos.Denuncia feita pelo saudoso professor Carlos Ramiro de Castro, de saudosa memória, Vice Senador do Suplicy.
Tem ainda vigorando e sendo aplicada a todo vapor a lei da Ditadura onde o cidadão que reclamar do serviço público pode ser preso se reclamar. Essa é a lei do Desacato ao Servidor Público. O Governador de São Paulo criou até a Ronda Escolar, cuja funçao é especilmente essa: leva preso o cidadão que reclamar, pode ser pais ou alunos. O Servidor da Escola Pública professor ou não, não pode ser questionado que pode ir preso. O caso mais recente que denunciamos foi na Escola Estadual João Ramalho em São Bernardo do Campo.
Na Ditadura Militar o cidadão que reclamava do Agente do Poder Publico era preso, continua, principalmente na Escola Pública, espaço onde teoricamente é um lugar onde se ensina a criança e adolescente a ser um cidadão consciente. Na escola aluno aprende a ser bonzinho, acomodado e pacifico
Uma escola funcionando assim em 20 anos produziu os eleitores do atual Governador Geraldo Alckimin.

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4 Comentários

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4 Respostas para “A DITADURA NOSSA DE TODOS OS DIAS.

  1. Otto

    São vinte anos de aprovação automática (ou progressão continuada), construtivismo entre outras porcarias. E tinha (ou ainda tem) gente que desejava libertar o Champinha….

    • Silmara Cristina

      Aprovação automática é o nome dado por pessoas poucos esclarecidas ou que realmente querem que de tudo errado…progressão continuada é um avanço na Educação, modelo este usado em países como França, Inglaterra e outros.Reprovação nunca serviu de nada para o aluno, serve apenas como mecanismo de punição, e de incapacidade, quem devia reprovar é o Professor, este sim passa o ano inteiro e não consegui exito em passar o minimo para que o aluno apreenda, No caso de São Paulo o problema não é a progressão continuada, e sim o abadona , descaso,abuso do poder de forma progressiva e continuada, nas escolas do Estado de São Paulo. O governador não está nem um pouco preocupado,… delegou tudo para a Secretaria de Educação do Estado ….e deu as costas não tá nem ai!!! mesmo porque os seus eleitores estão bem protegidos nas escolas particulares, deu um verdadeiro Vá Mer… para os alunos do Estado, os pais estes sim, são uns coitados, quem reclama sofre punição perseguição , tem seu filho na mira da tortura dentro e fora da escola, Tudo isso com sua benção e conhecimento, do Governador . Montou um circo…!! a tal ouvidoria que não serve para nada,
      O que temos hoje é um espaço como este Blog, para desabafar e contar nossas aflições.
      Mas agora, depois de todo esse momento politico que passamos, eu começo realmente a acreditar que as coisas vão mudar, É POSSÍVEL ENGANAR UM TEMPO ,… ALGUM TEMPO,…. MAS NÃO TODO O TEMPO!

      ESCOLAS DO ESTADO DE SÃO PAULO …UMA VERGONHA ! MAS SÓ PARA QUEM TEM VERGONHA NA CARA ! O QUE NÃO ´É O CASO DO GOVERNADOR.

      Silmara Cristina

      São Bernardo do Campo.

    • Cremilda Teixeira

      Não Otto, eu não quero libertar o Champinha, desejo que ele e os Champinhas da vida nunca sejam presos…Diferente de libertar o que a Escola Publica fez dele.

    • Cremilda Teixeira

      Progressão Continuada só nao foi um programa fantástico por causa dos maus professores, a banda podre nao quis. Eu nunca quis libertar o Champinha, quis sim que todas as professoras dele do primeiro ao terceiro ano fossem responsabilizadas também pelo crime que ele cometeu, se elas tivessem cumprido minimamente suas obrigações ele nao teria matado ninguém.