A ESCOLA PÚBLICA QUE NÃO QUEREMOS.

A ESCOLA PÚBLICA QUE NÃO QUEREMOS.

Já ouvimos muita demagogia em relação a escola pública, mas assim mesmo a gente gosta, melhor uma demagogia do que o cinismo do atual Secretário de Educação Dr. Fernando Padula, quando escreveu no Diario de São Paulo. Pelo menos o demagogo não ofende tanto.

Das demagogias uma foi do Ministro da Educação, Paulo Renato de Souza. Ele disse que a boa escola pública é aquela que a comunidade participa.

Então ele como um médico deu o diagnostico. Se não temos uma boa escola e do tempo dele para cá piorou muito foi exatamente porque a comunidade não participa. Só não teve coragem de receitar o remédio, um remédio amargo mas, que curaria. Para a comunidade participar ela tem que dizer o que está errado e sugerir o conserto. Alias qualquer aluno de 10 anos sabe dizer qual o bom professor e qual a boa diretora.

Se um mau professor nunca é punido se for queridinho da Diretoria de Ensino como é o caso do CP da Escola Adelaide Ferraz de Oliveira, ou se for concursado, aí ele é inimputável mesmo. Isso arruína com a Escola e desestimula o educador, sem espaço numa escola falida moralmente. O Educador, ou entra na vala comum ou cai fora.

Em toda corporação tem os maus, normal. O anormal é que na Escola Pública de São Paulo, as exceções são os educadores, professores não comprometidos são na maioria, justamente por falta de fiscalização e punição.

Então por agora é isso.

São tantas coisas para responder que tenho que dividir.

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por | 27/02/2014 · 1:28 pm

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