Inevitável Comparação entre Brasil e Cuba

imagescoberto com a bandeiraHoje no Hospital Geral do Pirajuçara a atendente informa que a única pneumologista sai de licença maternidade e provavelmente licença aleitamento. Não tem outro médico para substitui-la.
Assim é no Brasil, não temos médicos, não temos engenheiros, advogado ou a Defensoria Pública cuja demanda é muito grande ou se tem uma fortuna para pagar um advogado particular, principalmente em São Paulo, onde o Judiciário tem fama de conservador. Ir até Brasília atras do direito de ter direito é só para ricos…
Vem na cabeça o caso dos Mèdicos de Cuba.
Cheia de preocupaçao, mas a comparação é inevitável. Os médicos de lá, negros e vindos do povo, disseram que a medicina para eles é uma vocação.
No Brasil é o oposto. Médicina é para ricos.
Os pobres muito pobres, talvez tivessem vocação e seriam bons profissionais, mas não chegam nem terminar o ensino fundamental
Temos ao contrário do incentivo Cartilhas mil recomendando aos professores que transfiram compulsóriamente os alunos dificieis o que é o mesmo que expulsar.
Não respeitam a Constituição e não garantem o direito de escola pública para os alunos.
Como tudo começa e termina na Escola, aqui no Brasil tudo termina na Escola.
Só faz medicina quem é rico, o governo não garante nem ensino fundamental.
Se garantisse, quem sabe do povo saíriam médicos vocacionados .
Acho que nesse quesito, só nesse ouso questionar.
Se professor de escola pública é agente do governo, a gente não pode questinar o trabalho deles, que nossa Democracia não permite.
Os Educadores, que são os professores vocacionados também não podem questionar seus colegas. Serão tratados como traidores.
Imagino um Brasil Nação, que valorizasse o aluno e os seus pais que pagam a conta.
Imagino quanto engenheiro, médico e advogados de primeira linha poderia sair do povo ?
Sei lá cada vez que vejo notícia de falta de médico e construção que desaba, imagino quantos médicos e engenheiros não estão mortos na nossa Democradura.
Nossa escola muito Democrática para os agentes do poder público ou seja os professores e muito Ditatorial para os pais e alunos….
Aquí se inverte os valores, na medida que endeusamos os professores e demonizamos alunos pobres. Não quer dizer que não devamos respeitar os Profissionas de Educação, mas que é preciso ter educadores que ser professor não basta, não basta.

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6 Comentários

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6 Respostas para “Inevitável Comparação entre Brasil e Cuba

  1. Cremilda Teixeira

    Luiza, se o problema fosse só o sofrimento que eu tive na escola, eu e as pessoas do meu tempo, já estaria tudo certo Complica o fato que as crianças sofrem as penas no inferno na mão de professoras como você e o Olegário. Nâo respeitam ninguém e querem ser respeitados, não cumprem minimamente a sua obrigação e querem respeito e reconhecimento

  2. Olegário

    Vale lembrar que o sujeito nasce psicopata. É uma patologia. Aliás, é muito peculiar essa sua fixação por criminosos. Quem sabe a senhora não precisa de uma análise?

    PS: Se o tal Champinha era tão coitadinho assim, porque não descreve logo a história dele? Caso tenha fontes fidedignas…

    • Cremilda Teixeira

      Sei sim um pouco e na época divulquei um texto chamado.” Só rí da cicatriz quem nunca foi ferido’ Pelo que eu sei você não é nem psicólogo e nem analista é um professor medíocre. Se eu fosse consultar um psicanalista eu jamais consultaria um recomendado por você.

    • Cremilda Teixeira

      E não é um professor medíocre que vai pautar o meu blog, se a imprensa começar a falar eu refaço o texto antigo, tão atual e divulgo, aguarde…Tem sim surpresa sobre o Champinha.

  3. Olegário

    Pois é, estão prestes a libertar o “Champinha”, ou Roberto Aparecido Alves Cardoso, assassino, estuprador e psicopata, aquele que se justificou dizendo: “Matei porque deu vontade”.
    A senhora deve estar contente. Será que vai deixá-lo passear com os seus netinhos?

    • Cremilda Teixeira

      Não, depois que a cadeia transformou uma pessoa doente, antes a escola o transformou em probemático. Agora querem coloca-lo na rua ? Acompanhei a tragetória do Champinha e nunca me esquecí, se começarem a falar muito dele vou lembrar a passagem dele na escola pública dos sete aos onze anos….