4076_Kopia-Kopia-64São muitos os motivos que levaram a Escola Pública de São Paulo para o ralo. Um conjunto de medidas estúpidas, sem nenhum embasamento pedagógico. Nossa escola pública ruiu e levou consigo a qualidade da escola particular.
Um dos motivos foi a entrega da Secretaria Estadual da Educação para os Sindicatos dos Professores. A APEOESP e os Sindicatos tem meu respeito, embora a recíproca não seja verdadeira, mas Sindicato deve ser para defender direito de professor e não para ditar normas e regras na Secretaria de Educação Como diz a molecada. “ cada um no seu quadrado” Ainda vou voltar a falar da atuação dos Sindicatos dentro da SEE de São Paulo.
Agora a Cartilha das Normas e Condutas Gerais, também apelidada pelo Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública, como A CARTILHA DOS CORVOS, foi a que mais contribuiu para a decadência da nossa escola.
Essa Cartilha DOS CORVOS autoriza a Escola pública a expulsar aluno. Coisa que já se fazia por debaixo do pano, prejudicando sobremaneira a todos.
Quem assinou essa Cartilha foi o Fernando Padula, dizem que foi também o mentor intelectual dessa desgraceira, e um conjunto de equívocos.
Expulsar aluno rebelde, questionador, líder ou muito pobre é assinar atestado de incapacidade e desconhecimento total do assunto.
Além de ser crime. A Cartilha dos Corvos afronta o ECA Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei de Diretrizes e Bases e a Constituição Federal.
O Fernando Padula reina sozinho e soberano na SEE. Com sua capacidade de liderar, e dono de um carisma singular,ele poderia ser aproveitado pelo Governador de São Paulo em outra área que não seja a Educação. Imagina um jornalista um radialista de muito talento sendo médico. Um advogado na função de Regente de uma orquestra sem nenhum talento para a música.
Assim comparo o autor da Cartilha dos Corvos, o professor Fernando Padula. Se ele tem capacidade para segurar a Secretaria e é ele quem manda em todo mundo lá, é que tem talento, mas sem vocação para Educador ele mete os pés pelas mãos e ajuda a Escola Pública de São Paulo a andar cada vez menos e mais devagar. Fechando escolas, turnos e salas, não sei onde vamos parar, uma hora pararão de vez, já que a corrida ladeira abaixo é a mais célere das corridas.

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