TUDO CERTO, COMO DOIS E DOIS SÃO CINCO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO

O que vemos de queixas são as mais antigas. Escola não vai bem por falta de  estrutura, muitos alunos por sala. Falta professores por conta do baixo salário. Professores adoecem muito e faltam muito por causa do trabalho estafante e insalubre.

Junto vem a queixa, os culpados são os pais que não ensinam em casa.

A pior Escola Estadual de São Paulo, é uma escola pequena, com ótima infraestrutura,não faltam professores e fica no interior de São Paulo. Ela se chama Professor Dimas Mozart e Silva, mas não é um caso isolado. As escolas são ruins. Escola não é prédio. Não adianta ter um prédio lindo, laboratório, uma ótima infraestrutura, se é apenas um lugar para professores esperarem a aposentadoria, se o aluno não for tido como prioridade.

Na pior Escola Estadual de São Paulo, dos 550 alunos apenas 13 fizeram a prova e ainda assim nenhum foi bem.

Escola tem que rever suas prioridades. Temos educadores, mas a enquanto a responsabilidade do fracasso da educação for do aluno e dos seus pais, a escola vai continuar ruindo. Um sepulcro caiado.

Boas escolas, os alunos levam para casa uma montanha de lição que não aprenderam na escola e os pais tem que “se virar” para ensinar em casa. A matéria cai na prova.

Se os pais não sabem e não ensinam em casa, seus filhos migram para escola mais fraca que não  passa lição de casa e não ensinam nada, fica tudo “certo”.

Responsabilizar os pais e os alunos pelo fracasso da escola é o argumento que mais agrada as autoridades e a imprensa que espetacularisa a miséria e demoniza alunos e pobres, para justificar a escola ruim e a violência do Estado de São Paulo, o mais rico da Federação.

O toque que seria cômico se não fosse tão grave, é a declaração do Diretor da escola. Ele se diz surpreso, com a avaliação da escola.

Para ele estava tudo certo.

Tudo certo como dois e dois são cinco.

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2 Comentários

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2 Respostas para “TUDO CERTO, COMO DOIS E DOIS SÃO CINCO NAS ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO PAULO

  1. erico

    ME AJUDA AI…. O ANO LETIVO JÁ ACABAOU?????

    03/12/2012 16h13 – Atualizado em 03/12/2012 16h24
    Após fim do ano letivo, material didático é rasgado e jogado pela rua
    Leitor registrou a imagem em frente a escola estadual em SP.
    Secretaria de Educação diz que apostilas não podem ser reaproveitadas.

    Bruno Vinicius Oliveira Soares Internauta, São Bernardo do Campo, SP
    8 comentários
    Leitor fotografa material didático destruído e espalhado pelo chão. (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Leitor fotografou material didático destruído em frente a escola em São Bernardo do Campo (SP).
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Após o término do ano letivo na sexta-feira (30), alunos da escola estadual João Firmino de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP), rasgaram parte do material escolar e jogaram na rua. O leitor Bruno Vinicius Oliveira Soares, que tem 22 anos e mora próximo ao local, fotografou os papéis espalhados pela rua na manhã de sábado (1º).

    “Eu achei um absurdo, os livros dados pelo governo rasgados pelas ruas. Meu irmão estuda também, e ele devolve o que tem que devolver e guarda os outros livros”, diz Soares. “Poderia deixar para os alunos do próximo ano”, completa.

    Material teria sido rasgado após o último dia do ano letivo (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Material teria sido rasgado após o último dia do ano
    letivo.
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Nota da Redação: A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que o material fotografado pelo leitor não se trata de livros didáticos, e sim apostilas. Elas são consideradas “consumíveis” e, por isso, não há possibilidade de repassá-las para turmas seguintes, ainda segundo a secretaria. Já os livros didáticos são recolhidos e reaproveitados por outros alunos.

    A direção da escola João Firmino de Araújo afirma que estimula os alunos a entregarem as apostilas na própria instituição, para que elas sejam encaminhadas para reciclagem. De acordo com a direção, alguns alunos já devolveram o material deste ano, e casos como o registrado pelo leitor são considerados “isolados”.

    Para ler mais notícias do VC no G1, clique em g1.globo.com/vcnog1. Siga também o VC no G1 no Twitter e por RSS.

    03/12/2012 16h13 – Atualizado em 03/12/2012 16h24
    Após fim do ano letivo, material didático é rasgado e jogado pela rua
    Leitor registrou a imagem em frente a escola estadual em SP.
    Secretaria de Educação diz que apostilas não podem ser reaproveitadas.

    Bruno Vinicius Oliveira Soares Internauta, São Bernardo do Campo, SP
    8 comentários
    Leitor fotografa material didático destruído e espalhado pelo chão. (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Leitor fotografou material didático destruído em frente a escola em São Bernardo do Campo (SP).
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Após o término do ano letivo na sexta-feira (30), alunos da escola estadual João Firmino de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP), rasgaram parte do material escolar e jogaram na rua. O leitor Bruno Vinicius Oliveira Soares, que tem 22 anos e mora próximo ao local, fotografou os papéis espalhados pela rua na manhã de sábado (1º).

    “Eu achei um absurdo, os livros dados pelo governo rasgados pelas ruas. Meu irmão estuda também, e ele devolve o que tem que devolver e guarda os outros livros”, diz Soares. “Poderia deixar para os alunos do próximo ano”, completa.

    Material teria sido rasgado após o último dia do ano letivo (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Material teria sido rasgado após o último dia do ano
    letivo.
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Nota da Redação: A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que o material fotografado pelo leitor não se trata de livros didáticos, e sim apostilas. Elas são consideradas “consumíveis” e, por isso, não há possibilidade de repassá-las para turmas seguintes, ainda segundo a secretaria. Já os livros didáticos são recolhidos e reaproveitados por outros alunos.

    A direção da escola João Firmino de Araújo afirma que estimula os alunos a entregarem as apostilas na própria instituição, para que elas sejam encaminhadas para reciclagem. De acordo com a direção, alguns alunos já devolveram o material deste ano, e casos como o registrado pelo leitor são considerados “isolados”.

    Para ler mais notícias do VC no G1, clique em g1.globo.com/vcnog1. Siga também o VC no G1 no Twitter e por RSS.

    03/12/2012 16h13 – Atualizado em 03/12/2012 16h24
    Após fim do ano letivo, material didático é rasgado e jogado pela rua
    Leitor registrou a imagem em frente a escola estadual em SP.
    Secretaria de Educação diz que apostilas não podem ser reaproveitadas.

    Bruno Vinicius Oliveira Soares Internauta, São Bernardo do Campo, SP
    8 comentários
    Leitor fotografa material didático destruído e espalhado pelo chão. (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Leitor fotografou material didático destruído em frente a escola em São Bernardo do Campo (SP).
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Após o término do ano letivo na sexta-feira (30), alunos da escola estadual João Firmino de Araújo, em São Bernardo do Campo (SP), rasgaram parte do material escolar e jogaram na rua. O leitor Bruno Vinicius Oliveira Soares, que tem 22 anos e mora próximo ao local, fotografou os papéis espalhados pela rua na manhã de sábado (1º).

    “Eu achei um absurdo, os livros dados pelo governo rasgados pelas ruas. Meu irmão estuda também, e ele devolve o que tem que devolver e guarda os outros livros”, diz Soares. “Poderia deixar para os alunos do próximo ano”, completa.

    Material teria sido rasgado após o último dia do ano letivo (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)Material teria sido rasgado após o último dia do ano
    letivo.
    (Foto: Bruno Vinicius Oliveira Soares/VC no G1)

    Nota da Redação: A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que o material fotografado pelo leitor não se trata de livros didáticos, e sim apostilas. Elas são consideradas “consumíveis” e, por isso, não há possibilidade de repassá-las para turmas seguintes, ainda segundo a secretaria. Já os livros didáticos são recolhidos e reaproveitados por outros alunos.

    A direção da escola João Firmino de Araújo afirma que estimula os alunos a entregarem as apostilas na própria instituição, para que elas sejam encaminhadas para reciclagem. De acordo com a direção, alguns alunos já devolveram o material deste ano, e casos como o registrado pelo leitor são considerados “isolados”.

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