PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES.

Tenho sempre que lembrar que apesar dos maus professores, dos tranqueiras, dos apaniguados das autoridades, das donas da escola, ainda contamos com gente séria na Educação de São Paulo.
A minoria que resiste e espera o Governador de São Paulo acordar.
Só para dar uma aliviada, que não dá para escrever o nome de todos. São poucos mas não são tão poucos assim. Graças a Deus, ainda não dá para contar nos dedos da mão os bons e sobrar dedo.
Só para ilustrar e não dizer que não falei dos bons funcionários da Secretaria de Educação.
Por causa deles a escola pública não ruiu de vez.
José Benedito de Oliveira ex Coordenador Geral da Cogesp.
Walkyria Cattani Ivanaskas- ex Dirigente da Centro Oeste.
Antonia Eugênia Camelo- ex Dirigente da Sul 3
Mathilde Thiré. ex. Diretora da Escola Lucas Rosquel Rasquinho.
Professores então , a gente conhece um montão
Sueli Simões, Fátima e outras centenas delas.
Graças a Deus, nem tudo está perdido. Volto contando os absurdos da escola pública de São Paulo.
Hoje meus cumprimentos e agradecimento aos que não se vergam.
A professora ideal para mim, meu ídolo é a Professora Maria Gloria dos Reis autora do livro ESCOLA INSTITUIÇÃO DE TORTURA.
Felizmente o joio ainda não dominou o trigo, falta separar um do outro para a lavoura dar bons resultados.

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