SALVE-SE QUEM PUDER.

Os valores invertidos da Escola Pública de São Paulo e do Brasil, dão ensejo a esse caos estabelecido, onde todo mundo quer tirar uma lasquinha.
O fio da meada a gente está acostumado a mostrar: os pais tem que ter uma instância para denunciar. Do jeito que está com Corregedoria e Ouvidorias atreladas a corporação a verba vai para o ralo e a educação vai para o lixo. Os alunos saem sem saber nada, os educadores sérios e comprometidos desanimam e os outros ficam se degladiando querendo a maior parte da carniça, como hienas famintas.
Livros didáticos no lixo é coisa corriqueira, comum, material também. Caderno vem carimbado, nem dá para vender na papelaria, vai para a reciclagem mesmo.
A Diretora da Escola que foi descoberta por jogar livros no lixo, foi punida com uma transferência de cargo. Grandes coisas…
Se fosse um aluno que tivesse colocado fogo em um livro estaria na cadeia, na Fundação Casa acusado de destruir o patrimônio público.
A diretora agora fica encostada na Diretoria de Ensino, contrariada, e se a Dirigente e ela não se derem muito bem, ela vai ser uma inimiga que toda vez que puder ela atravanca o bom andamento da Diretoria de Ensino.
Tudo errado.
Conheço casos de professoras punidas injustamente e que “cumprem pena ” nas Diretorias de Ensino.As injustiçadas de bom caráter não atrapalham mas não rendem o que poderiam, também representam uma ameaça para a Dirigente. Um balaio de gato.
Tudo errado, tem que começar do zero.
Repensar tudo. Passar a escola pública a limpo.
A Diretora não vai presa, se ela for tem que ir muita gente, teria que fazer uma investigação séria e muitas cabeças rolariam.Sózinha ela não decide manter alunos fantasmas e nem ficar com o pepino de não saber onde colocar os livros didáticos excedentes. Alguém recebeu por eles, se não tem dono, o problema é empurrado para frente.
Punição de mentirinha, aulas de mentirinha.
Brincam com coisa séria.
De verdade mesmo, só o imposto que o povo manso e gentil paga. Um dos maiores do mundo e mal administrado.
Ficaria bem mais barato uma instância onde se apurassem todas as irregularidades e a escola seria linda, digna dos impostos recolhidos.
Fiscalizar sairia barato, mas teria que peitar quem não quer ser fiscalizado.
Colocar professores e colegas para fiscalizar e punir colegas, é cruel e improdutivo. Não dá certo. Quem tem que fiscalizar é quem paga a conta e tem interesse que o serviço seja de acordo com o que ele paga.

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