Arquivo do dia: 24/01/2012

AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR, IMPRODUTIVA, CRUEL E INSANA.

Quando uma família faz uma séria denúncia para a Escola Estadual principalmente em São Paulo, a Diretoria de Ensino é avisada, mas nem sempre se forma a famigerada “APURAÇÃO PRELIMINAR”.
A primeira reação normal e comum na diretoria da escola é negar o fato do professor ter cometido um abuso. Normal também nos livros onde se registra a ocorrência os fatos estarem todos distorcidos e contra o aluno.
Anormal e incomum é quando os pais provocam muito e sai a tal “apuração preliminar”. Um procedimento imoral, improdutivo para as partes e cruel para com os supervisores da Diretoria de Ensino responsáveis pela apuração.
Os supervisores encarregados de apurar, são colegas das diretoras das escolas, muitas vezes são até amigas, trabalharam juntas e tem um grande laço de carinho. Dificil para esses supervisores agirem com imparcialidade fazendo valer antes da amizade e do corporativismo, o compromisso profissional.
Quando o caso é muito cabeludo e os supervisores são obrigados a mandar a averiguação preliminar para frente, eles enfrentam o medo. Essa diretora que hoje eles provocam a punição amanhã pode ser uma Dirigente Regional e se vingar delas.
Além disso, depois de todas as barreiras o caso culmina em processo administrativo, leva anos para ser julgado e o aluno em questão ou fica na escola sofrendo todo tipo de represália e vingança ou sai da escola. Normalmente ele não aguenta e sai da escola.Desiste sob livre e expontanea pressão.
Essa situação caótica de impunidade gera a corrupção. Ninguém denuncia…
Os educadores sérios também sofrem junto com os alunos e todo o país padece nesse conflito imoral e na inércia dos gestores sem vontade e coragem de mudar.
Se a escola pública de São Paulo não mudar, o estado não muda e dá os piores exemplos pa ra o país inteiro em prejuízo de todos.
Muda senhor governador.
Muda …

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