Arquivo do dia: 09/01/2012

JUSTIÇA É O DIREITO DOS MAIS FORTES ????

A diretora da Escola David Eugênio dos Santos na região norte de São Paulo, foi denunciada por permitir que professoras torturassem alunos pequenos. Uma das quais foi até fotografada por um pai que entrou na escola e flagrou.
O pai indignado relata o castigo que seu filho sofreu para todas as autoridades. Falou até no programa da Alesp.
A professora usou um castigo muito comum: segurar o ponto. A professora coloca um ponto na lousa acima da cabeça do aluno e ele tem que colocar a ponta do dedo indicador em cima do ponto. Fica então esticado e se é o dedo da mão direita que “segura o ponto” o pé direito fica levantado, numa posição dolorosa, até que urine nas calças onde os alunos riem dele.
Esse castigo desumano pela posição que deixa a criança esticada e chamado também de elástico.
Uma professora do ensino fundamental, muito querida pela comunidade, Suely Valente, fazendo jus ao nome, ficou do lado dos pais e contra a tortura. Por conta disso foi no ano de 2004 suspensa por 90 dias sem vencimento.
Agora oito anos depois, em outubro do ano passado sai a sentença da diretora. A mesma sentença que a SEE de São Paulo aplicou na professora tão decente que ousou ir contra a covardia de suas colegas e a omissão da direção.
Funciona assim mesmo na escola pública.
A professora humana e decente é punida imediatamente, já a diretora que permitiu a tortura (crime hediondo) e cometido contra uma criança tem a mesma pena, mas oito anos depois.
Que justiça é essa que demora oito anos para ser feita ?
A diretora volta para a mesma escola, se serviu de lição para ela, não se sabe, mas a lição para os pais e alunos, de que em escola pública a justiça é cega e caolha, ficou.
Confirma a teoria dos alunos JUSTIÇA É ONDA PARA TROUXA ENGATAR.
Ou que JUSTIÇA É O DIREITO DOS MAIS FORTES ????

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FI-LO PORQUE QUI-LO, A ESCOLA É SEMPRE O MESMO GRILO.

Vamos relembrar as autoridades de Educação que a escola NÃO é, mas deveria ser um local onde se forma cidadão. Ser cidadão é ter direitos e deveres.Uma escola que afronta as leis que tipo de cidadão forma ?
A Escola Luiz Gonzaga Righini, reprovou muitos alunos na oitava série, último ano de um ciclo que reprova muito. Coloca esses alunos muitos com 14 anos numa sala do noturno. Não pode, por lei não pode. Escola faz o que quer, não precisa respeitar a lei. Aluno dessa idade não pode estudar a noite, os pais ficaram desesperados. Sair tarde da noite implica em ter que busca-los e ter o desconforto de saber que foram sem aviso prévio soltos na rua por conta das famigeradas aulas vagas, é muito perigoso. Alunos de 14 e 15 anos convivendo com alunos de até 50 anos não é uma boa medida pedagógica.Uma mistura que pedagogicamente é improdutiva.
A escola faz isso, discrimina os alunos que foram reprovados e tacitamente lhes dá o castigo de ter que estudar a noite. Assim sem mais nem menos.
Aluno de escola pública no geral é tratado assim, como uma peça de mobília, onde a direção os coloca onde quer.
Uma das mães reclamou que a única alternativa era seu filho de 14 anos na época estudar a noite ou procurar por ela mesma vaga em outra escola.Coisa impossível.
A falta de vaga nas escolas públicas é um flagelo apesar das autoridades negarem.
Com tantas escolas, turnos e salas fechadas as escolas escassearam a oferta de vagas.
A denúncia feita no começo do ano passado teve resposta no final do ano.
A escola confirma isso, coloca por escrito assinada por supervisores e fica por isso mesmo.
Como diria o homem da vassoura FI-LO PORQUE QUI-LO e plagiando a canção que ficou famosa anos atrás. A ESCOLA É SEMPRE O MESMO GRILO.
Ainda temos que voltar nesse assunto, que essa não foi a única violação de direitos que essa escola admitiu para o Governador.

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