ESTUPRO DE ALUNA DE 11 ANOS NA SALA DE AULA EM SÃO CARLOS SP

A matéria meio confusa,não tem esse título.Fala de três alunos entre 11 e 14 anos que teriam estuprado uma colega de 11 anos.Isso no espaço de tempo entre a saída de uma professora da sala e entrada de outra.
Na mesma matéria da Folha.com, caderno Cotidiano, tem outras versões que teria sido só uma passada de mão nas partes íntimas da menina.
O que ficou da matéria foi a incapacidade da escola de lidar com essas situações. Um fato que poderia ter ensejado uma palestra onde se falaria dos direitos da mulher de ser respeitada a escola preferiu criminalizar os alunos.
Se houve estupro, acho meio difícil pelas idades. Crianças de 11 anos e na quinta série. Nem muita condiçao física elas tem para o delito. Se houve, então a escola negligenciou e deveria ser responsabilizada. Com todo zêlo a matéria nem fala o nome da escola.Como se escola não tivesse nada com isso e nem obrigação de cuidar minimamente da segurança de nossas crianças.
Os alunos já foram ouvidos e serão encaminhados ao juíz. Assim a toque de caixa.
Esse é o ECA. Tornou nossas crianças e adolescentes em sujeito de direitos e deveres. Criou a Vara da Infância que julga com a velocidade da luz, e a sentença é arbitrada sem as prerrogativas de um criminosos adulto.Nem habbeas corpus, nem direito a ampla defesa, nem pagamento de fiança.Nada. Da delegacia para a sentença onde ficarão para sempre tarjados na cidade pequena de estupradores.
O pior são os comentários na Folha.com ( cotidiano) As pessoas que comentam chamam os alunos de monstros, estupradores mirins, pedem o rebaixamento da idade penal. Outro sugere aos parentes da menina que não esperam a justiça, que resolvam tudo eles mesmos.
Se fosse minha filha eu castrava eles, e coisas assim.
A pedofobia elevada a um grau insano.
Coisa triste de ler.
Escola é situação de risco para nossos filhos.
Você nunca sabe como ele volta. Sabe como sai de sua casa, um garoto esperto,normal curioso e tem de volta um monstro estuprador de menininhas.
Pobre de nós.
Pobre desse nosso Brasil, que odeia suas crianças cuja escola forma delinquentes num piscar de olhos. Com maus exemplos e atitudes bestiais de uma bruta irresponsabilidade.

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9 Comentários

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9 Respostas para “ESTUPRO DE ALUNA DE 11 ANOS NA SALA DE AULA EM SÃO CARLOS SP

  1. Olegário

    E a senhora gostaria que suas sobrinhas, filhas e netas fossem PENETRADAS sem consentimento, por estes indivíduos (candidatos à marginalidade e, que SABEM muito bem o que estão fazendo)? Repito: PENETRADAS! O que faria neste caso? Ler o ECA em voz altas para os “anjinhos”? Mandar eles “brincarem de massinha” na Fundação Casa? Tenha santa paciência! Cadeia neles!

    • Cremilda Teixeira

      Olegário, um menino de 11 anos, e mais ainda tres meninos penetram ?
      Sei não, acho que não. Acho que foi mesmo como disse a delegada: uma passada de mão.
      Uma passada de mão, se fosse um adulto, teria direito a ampla defesa. Os meninos já estão presos.
      A folha.com tem os comentaristas como o senhor pedindo a pena de morte lenta e dolorosa para eles. Caso que deveria ser exemplar, para ensinar. Até a menina fica a pergunta, o por quê ela no meio da sala toda foi a escolhida ? O que a deixou assim fragilizada ? Agora ela está mesmo traumatizada, marcada e nenhuma homem vai lhe fazer nenhuma carícia sem que para ela tenha a conotação de crime.
      Não, com 11 anos, não sabem o que estão fazendo coisa nenhuma Isso nem sou eu quem diz, é a Organização Mundial de Saude e a Lei. São cidadãos em fase peculiar de desenvolvimento.
      O que eu questiono é transformar em crime um fato que tornado crime não resolveu o problema da escola A violência contra a mulher, e nem educou os meninos.
      Questiono o abando que estão os alunos de escola pública.
      Deixar pré adolescentes sozinhos em uma sala sem um adulto, mesmo que fosse sala só de menino ou só de menina, o risco de fazerem uma arte era eminente.

  2. Osmar

    Cremilda, como professor de uma escola estadual estou indignado com esse caso. Talvez como conheço as regras do Estado e o ambiente de trabalho poderia ajudar os leitores desse blog e a senhora para tirar algumas conclusões. Há mais ou menos dois anos as escolas estaduais poderiam alegar falta de funcionários para cuidar de seus alunos, mas hoje esse problema não existe, pois no ano passado houve uma contratação imensa de funcionários administrativos. Outro aspecto que merece ser analisado: Na troca de professores, houve demora do professor em chegar à classe ? Se o professor demorou, onde estavam os inspetores que são os responsáveis pela fiscalização dos alunos até o momento do professor chegar à classe ? A direção da escola orienta seus professores que não se pode demorar para chegar à classe nos intervalos das aulas , pois 40 alunos “sozinhos” , mesmo que seja por um curto período de tempo estão sujeitos à problemas, que em casos extremos poderiam chegar a esse ponto ? Outro caso que merece ser investigado. A classe em que ocorreu esse fato era composta por turmas diferenciadas e heterogêneas, ou seja havia crianças de todas as classes sociais e culturais diferenciadas, ou era uma daquelas escolas que discriminam os alunos menos favorecidos, colocando-os todos em uma série e deixando os outros alunos que a “escola considera superiores” numa outra classe ? Sabemos que isso pode ocorrer e que uma classe composta apenas por alunos de famílias desestruturadas representa um problema para os próprios alunos que não tem um referencial diversificado para eles mesmos se desenvolverem. Todos nós aprendemos com as diversidades. Com essas palavras não estou julgando a escola e nem acusando a escola por isso, são apenas aspectos que as autoridades precisam investigar. Quando era criança, ouvia-se muito a elite gananciosa e orgulhosa das pequenas cidades do interior discriminarem alunos menos favorecidos. Ouvia-se (aquele lá eu não quero que estude na classe de meu filho – Meu filho tem que ser da turma A) – Investiguem, será que isso ainda não ocorre nas escolas ainda ? Um abraço Cremilda !

    • Cremilda Teixeira

      Obrigada Osmar.
      Essa escola fica numa vila paupérrima. Toda escola no geral de alunos simples.
      O problema é mesmo a falta de limites dos professores, podem deixar alunos sozinhos e se der BO como dizem, pau neles e pronto.
      Ainda vou volta nesse assunto
      Mas sua observação foi pertinente, obrigada.
      cremilda

  3. O bairro Cidade Aracy é o mais pobre de São Carlos. A maioria das crianças do bairro estudam no Caique.

  4. 09/05/2012 09h10 – Atualizado em 09/05/2012 14h27
    ‘Eu não queria isso’, diz menina estuprada dentro de sala de aula
    Violência ocorreu na segunda-feira, em escola estadual de São Carlos, SP.
    Apesar de não ter ocorrido o ato sexual, caso configura-se como estupro.

    Do G1 São Carlos e Região
    277 comentários

    “Eu não queria isso. Portanto, eles fizeram isso com a vontade deles, não com a minha”, disse a menina de 11 anos vítima de estupro dentro da sala de aula da Escola Estadual Professor Orlando Perez, no bairro Cidade Aracy, em São Carlos (SP). A denúncia foi registrada nesta segunda-feira (7) no plantão policial pela mãe da aluna, que cursa a quinta série.

    A titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Denise Gobbi Szakal, explicou que o caso é considerado estupro de vulnerável, já que a vítima tem menos de 12 anos. “Hoje a prática de atos libidinosos ou conjunção carnal, elas se enquadram no estupro”.

    A vítima, ainda assustada, contou que foi abordada por quatro colegas de classe, durante a troca de professores. “Eu comecei a me debater pra me jogar no chão, como eles eram muito fortes, eu não consegui. Um segurou a perna, com a minha perna aberta, e o outro me segurou nos braços, com os braços pra trás”.
    Menina contou como foi violência que sofreu dentro de sala de aula. (Foto: Reprodução/EPTV)Menina contou como foi violência que sofreu dentro
    de sala de aula. (Foto: Reprodução/EPTV)

    A menina disse ainda que os meninos só pararam depois que uma inspetora chegou. De acordo com o boletim de ocorrência, tudo foi visto pelos demais alunos que também estavam na sala de aula. A estudante disse que, em nenhum momento, permitiu a violência.

    A mãe da vítima disse que espera dos pais e da Justiça que os alunos sejam punidos. “Pra que isso não venha acontecer com outra criança, porque, querendo ou não, eles chegaram a passar a mão na minha filha. Só foi uma passada de mão, hoje foi só isso. Se eu não corro atrás, amanhã ou depois pode ser coisa pior”.
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    Delegacia investiga suposto estupro dentro de sala de aula em São Carlos
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    Alunos suspensos
    A direção da escola suspendeu por cinco dias os alunos acusados de participar do abuso. Segundo a polícia, três deles, que têm entre 12 e 14 anos, serão encaminhados a um centro de recuperação de menores infratores e deverão cumprir medidas socioeducativas. O outro estudante, de 11 anos, será acompanhado pelo Conselho Tutelar.

  5. 09/05/2012 – 11h39
    Alunos são suspeitos de molestar colega dentro de escola de São Carlos (SP)

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    DE RIBEIRÃO PRETO

    Quatro alunos de uma escola estadual de São Carlos (232 km de São Paulo), com idades entre 11 e 14 anos, são suspeitos de abusar sexualmente de uma menina de 11 anos dentro da sala de aula, durante uma troca de professores.

    Segundo a titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), Denise Gobbi Szakal, os alunos são investigados por suspeita de terem cometido “ato infracional” contra a colega de classe, que está na quinta série.

    “Como ainda não são maiores de idade, não se pode falar em crime, do contrário, [a suspeita] seria estupro de vulnerável, porque a menina não completou 14 anos ainda”, disse.

    A delegada afirmou que a denúncia foi registrada ontem no Plantão Policial e em seguida encaminhada à DDM. Ela disse que vai identificar os quatro suspeitos, ouvi-lo e encaminhá-los ao NAI (Núcleo de Atendimento Integrado ao Adolescente Infrator), onde será definida a medida sócioeducativa a que serão submetidos.

    De acordo com a denúncia, disse Denise, os meninos cometeram “atos libidinosos”, passando a mão pelo corpo da vítima e não houve relato de conjunção carnal.

    A menina deve ser encaminhada para um departamento da Prefeitura de São Carlos que presta atendimento psicológico a vítimas de abuso sexual.

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/ribeiraopreto/1087481-alunos-sao-suspeitos-de-molestar-colega-dentro-de-escola-de-sao-carlos-sp.shtml